Após acordo com MP, Estado garante pagamento do piso nacional a 21 mil
professores
Pagamento de R$ 1.451 vai ocorrer por meio de parcela complementar já
na folha de abril.
O
governo do Estado anunciou no final da manhã desta quinta-feira que pagará
de forma provisória o piso nacional do magistério aos professores da rede
estadual de ensino já na folha de abril. A decisão foi tomada após um acordo
temporário com o Ministério Público Estadual (MP) e deve beneficiar cerca
de 21 mil docentes que ainda recebiam o básico menor do que o previsto
pela lei federal.
O acerto provisório não interfere no plano de carreira dos servidores.O Piratini pagará o piso de R$ 1.451 para jornada de 40 horas semanais enquanto não houver uma decisão definitiva da Justiça sobre uma ação civil pública ajuizada pelo MP sobre o pagamento do piso no Estado. A diferença será paga em foha suplementar no dia 15 de maio.
Em decisão em primeira instância proferida em março, o Judiciário determinou o pagamento do piso. Ainda que não tenha abadonado a posição contrária ao valor do piso, o Estado decidiu que pagará o valor até a questão ser definida.
O acerto provisório não interfere no plano de carreira dos servidores.O Piratini pagará o piso de R$ 1.451 para jornada de 40 horas semanais enquanto não houver uma decisão definitiva da Justiça sobre uma ação civil pública ajuizada pelo MP sobre o pagamento do piso no Estado. A diferença será paga em foha suplementar no dia 15 de maio.
Em decisão em primeira instância proferida em março, o Judiciário determinou o pagamento do piso. Ainda que não tenha abadonado a posição contrária ao valor do piso, o Estado decidiu que pagará o valor até a questão ser definida.
O Piratini discorda da cifra de R$ 1.451 pelo fato de embutir o
reajuste de 22% concedido este ano com base no Fundo de Manutenção de
Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A administração estadual entende
que o reajuste deveria ser concedido a partir do Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (INPC), o que deixaria o valor em R$ 1.260.
Conforme o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, o governo não abandonou a postura contrária ao reajuste a partir do Fundeb. O secretário afirmou que o impacto nas finanças estaduais ainda não foi estimado:
Conforme o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, o governo não abandonou a postura contrária ao reajuste a partir do Fundeb. O secretário afirmou que o impacto nas finanças estaduais ainda não foi estimado:
— Estamos atendendo parcialmente a decisão (judicial) de primeiro grau.
Estamos assegurando que todos os professores vão receber o valor do piso. O que
afirmávamos era a dificuldade de pagar o piso com reflexo no plano (de carreira). A parcela
autônoma não incide sobre o plano de carreira.
Marcelle Carvalho
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